Um dia após ter completado 102 anos de existência, a equipe regatiana entrou em campo para enfrentar o Água de Marabá, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Ainda em êxtase pelo aniversário de seu time, além da bela campanha que faz na série C, o CRB pôde contar com um grande público na tarde de domingo (21). Dentro de campo, as duas equipes fizeram um jogo truncado, com o time da casa tendo as melhores oportunidades, mas no fim o empate por 1 x 1 não foi um bom negócio para o Galo.
Agora o CRB tem pela frente mais um carioca. Desta vez é a equipe do Macaé. Quem passar desde confronto, terá pela frente o Paysandu ou o Mogi Mirim na grande final da série C. No aniversário do grandão, o gigante fez a festa e os convidados, trajavam vermelho.
Dando continuidade ao returno da competição, CRB e Fortaleza confrontaram-se no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Com a chuva castigando a Capital alagoana desde sábado, no domingo, dia do jogo, ela não deu trégua, mas nada que impedisse a partida que aconteceu normalmente. E com três gols, com destaque para à pintura do meia Clebinho, o time praiano vence e derruba o último invicto do Brasileiro da série C.
De acordo com a tabela de jogos da Série C, o CRB teria duas partidas seguidas por disputar fora de seus domínios: Paysandu e CRAC. Contra os paraenses, não foi obtido um bom resultado, entretanto, contra o CRAC na tarde de hoje, 24 de agosto, no Estádio Genervino da Fonseca, o time praiano se sobrepôs à todas às adversidades e, de virada, conseguiu três importantíssimos pontos e, automaticamente, manteve-se na quinta posição da tábua de classificação do grupo A.
O dia 25 de Outubro, mais uma vez, entrou
para à história do futebol de Alagoas. Há 44 anos, o Rei do futebol e maior
atleta de todos os tempos: Edson Arantes do Nascimento, vulgo Pelé, cortava a
fita simbólica e inaugurava uma das maiores obras do estado de Alagoas: o
Estádio Rei Pelé. No decorrer dos anos, o místico, eterno e popular Trapichão,
não morreu, mas sofreu com adversidades.
Aquele que um dia chegou a ser um dos principais templos do mais popular
esporte do Mundo, completa hoje idade nova e, ao contrário do que muitos
pensam, nosso "grandão" ainda resiste ao tempo e continua sendo nossa
segunda casa. Ainda neste dia especial, CRB e Madureira-RJ, duelaram pelo jogo
de volta dos confrontos de quartas-de-final da série C de 2014. O time alagoano
venceu pelo placar de 2 x 0 e está de volta a elite do Brasileirão.
Em um dia festivo, o torcedor do CRB
captou o espírito e superlotou as dependências do Trapichão e, segundo
anunciado no estádio, mais de 17 mil alvirrubros participaram da festa do
Acesso. Não apenas de corpo, todavia com à alma, o coração. O show pirotécnico,
o mosaico, os sinalizadores nos aparelhos celulares, a vibração. Tudo levava a
crer que seria um jogo inesquecível, e foi. Saindo das arquibancadas e
adentrando no gramado, o Galo apresentou um sistema de jogo consistente e
cadenciado, onde esperar e contra-atacar eram as ordens e os passos a serem
seguidos. Na mesma proporção em que atacava, o Madureira, time carioca, deixava
muitos espaços no meio e tentavam não cometer muitas faltas, entretanto na tentativa de proteger sua meta, era
inevitável. E aos 27 minutos, em uma dessas faltas, Paulo Sérgio, o incansável
Lateral-direito regatiano, alça na área,
Magrão ajeita e, de cabeça, Daniel Marques, terceiro zagueiro, marca o primeiro
gol do time alagoano. O tricolor suburbano arrisca uma reação, e algumas bolas
levam perigo. Aos 45 minutos, por exemplo, o também zagueiro Aislan, acerta o
travessão de Júlio César, com uma cabeçada despretensiosa.
O segundo tempo tem seu início da mesma
forma que terminou o primeiro: O Madureira pressionando os mandantes. Uma
pressão falsa, bem verdade. Porque apesar da maior posse de bola, as jogadas de
perigo eram do alvirrubro. O técnico tricolor optou por abrir o time no
decorrer desse tempo, na busca incessante pelo resultado necessitado, mas não
adiantou. Muito pelo contrário, isso ajudou bastante os velocistas do time da
casa que tiveram mais liberdade. Também tendo seu começo nos pés de Paulo
Sérgio, o segundo gol, assinalado pelo "artilheiro dos gols bonitos"
foi mais uma jogada de oportunismo. No vacilo da defesa, o meia Clebinho pegou
o rebote e marcou o gol que sacramentou a volta de um clube alagoano na Série
B.
Agora o CRB tem pela frente mais um
carioca. Desta vez é a equipe do Macaé. Quem passar desde confronto, terá pela
frente o Paysandu ou o Mogi Mirim na grande final da série C. No aniversário do
grandão, o gigante fez a festa e os convidados, trajavam vermelho.
Um dia após ter completado 102 anos de
existência, a equipe regatiana entrou em campo para enfrentar o Água de Marabá,
no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Ainda em êxtase pelo aniversário de seu time,
além da bela campanha que faz na série C, o CRB pôde contar com um grande
público na tarde de domingo (21). Dentro de campo, as duas equipes fizeram um
jogo
truncado, com o time da casa tendo as melhores oportunidades, mas no fim o
empate por 1 x 1 não foi um bom negócio para o Galo.
Com a bola rolando, os dois times
alternaram-se no ataque, entretanto, era notório que o time paraense jogava por
uma bola, e, no primeiro tempo, jogava com as linhas de marcação muito
próximas, dificultando as investidas do time alvirrubro. Em contrapartida, os
contra-ataques, principalmente, pelo lado direito, foram os que levaram mais
perigo a meta defendida por Julio César. As melhores oportunidades paravam nas
luvas dos goleiros e quando a primeira etapa se encaminhava para o empate sem
gols, Diego Clementino, recebeu uma bola despretensiosa e por duas vezes tentou
e não falhou e aos 45 minutos marcou 1 x 0 para o CRB.
Todavia, voltando com o resultado positivo
do vestiário e esperando o Águia em seu campo, o CRB passou a jogar nos
contra-ataques, em virtude da vantagem, bem verdade. Mas não conseguiu marcar o
segundo gol, a pressa, como, muitos dizem, é inimiga da perfeição e quem não
faz leva. Desta feita, Aleilson, após falha da zaga regatiana, fez uma bela
diagonal e empatou à partida dando assim números finais ao jogo.
Com o resultado, o time alagoano segue na
briga pela classificação à próxima fase do torneio, a segunda posição é seu
lugar, com 24 pontos, mesmo número de Botafogo-PB e Salgueiro - PE, respectivamente; já o time
do interior do Pará, sai, momentaneamente, da desconfortável zona de
rebaixamento do grupo "A" com 16 pontos.
Dando continuidade ao returno da
competição, CRB e Fortaleza confrontaram-se no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Com a
chuva castigando a Capital alagoana desde
sábado, no domingo, dia do jogo, ela não deu trégua, mas nada que
impedisse a partida que aconteceu normalmente. E com três gols, com destaque
para à pintura do meia Clebinho, o time praiano vence e derruba o último
invicto do Brasileiro da série C.
Nas arquibancadas, os gritos de incentivo
dos regatianos que unicamente se faziam presentes -já que as duas diretorias
isso decidiram, em um acordo comum. Imponente desde o início os donos da casa
abriram o marcador após uma penalidade máxima assinalada aos 14 minutos do
primeiro tempo. André, goleiro do tricolor cearense, foi expulso por consequência
da falta dentro da área e Maragão, centroavante do Galo, bateu com maestria e
colocou o CRB na frente. No decorrer do jogo, as chances foram surgindo,
entretanto não culminaram em gol, mas chutes de fora da área e lindas tabelas
resultaram em boas oportunidades.
Já no segundo tempo, as equipes se
alternaram no ataque, contudo a marcação e a entrega alvirrubra chamaram a
atenção. As jogadas envolventes e os chutes de fora da área foram o
diferencial. O meia Éder, do CRB, abusou de arrematar as jogadas de fora da
meta tricolor, todavia foi fazendo passes que se destacou mais ainda. Um deles
resultou no cruzamento na cabeça do atacante Magrão que marcou o
segundo gol dele e da equipe alagoana.
De tanto arriscar chutes da intermediária, uma hora ela entrou. E o
responsável por isso foi o meia Clebinho. Saiu do banco para receber uma
assistência de Éder e de perna esquerda colocar números finais na partida: 3x0.
Com o resultado, o Galo emergiu do quinto
lugar, lugar que iniciou à partida por
conta dos resultados, e terminou na segunda posição na tábua de classificação
do grupo A. O Fortaleza, continua na
primeira posição e ambas as equipes só dependem de suas forças para avançarem na competição.
De acordo com a tabela de jogos da Série
C, o CRB teria duas partidas seguidas por disputar fora de seus domínios:
Paysandu e CRAC. Contra os paraenses, não foi obtido um bom resultado,
entretanto, contra o CRAC na tarde de hoje, 24 de agosto, no Estádio Genervino
da Fonseca, o time praiano se sobrepôs à todas às adversidades e, de virada,
conseguiu três importantíssimos pontos e, automaticamente, manteve-se na quinta
posição da tábua de classificação do grupo A.
O sol do Centro-oeste, castigou a
partida. Não foi, tecnicamente, um bom jogo de futebol. Desesperado para sair
da incomoda zona de rebaixamento, o time de Catalão, começou a partida em cima
do time alagoano que soube conter o ímpeto dos goianos. Após a parada técnica,
as equipes voltaram não muito diferentes, mas os mandantes com uma disposição
maior. Tanto é que aos 43’ da etapa inicial, Saião, meia do CRAC, fez o gol dos
donos da casa, depois da boa trama de passes que envolveu a defesa alvirrubra.
Todavia, com o início do segundo tempo,
os visitantes conseguiram, na base do abafa, pressionar seus adversários, mas a
bola teimava em não entrar pelo lado alagoano. João Pedro, foi o responsável
por grandes defesas, defesas que impossibilitavam o empate regatiano. O Leão do
Sul também teve seus bons momentos na etapa complementar e em uma das
oportunidades, o Travessão salvou o que seria o segundo gol.
O jogo teve sua sequência, até que Paulo
Sergio acerta um bom cruzamento e de cabeça, Magrão deixa tudo igual para CRB,
aos 24’. A pressão alvirrubra foi tomando maiores proporções, e não foram em
vão. Na sequência do jogo, uma roubada de bola originou um contra-ataque que
gerou um escanteio. A bola do jogo saiu dele. João Vitor, cruzou, a zaga rechaçou
e no rebote, Clebinho acertou um belo chute e virou a partida a favor de sua
equipe: 2x1.
Com o resultado, o time de Alagoas
chegou aos 18 pontos e se mantém vivo na disputa. Tido como um divisor de
águas, este confronto reintegra todas as forças aos regatianos. Agora com dois
jogos seguidos em casa, só depende de suas próprias foças para ingressar no G-4
de seu grupo - A- e recebe duas das melhores equipes do torneio, Botafogo-PB e
Fortaleza. Podendo já contra os paraibanos, voltar aos quatro melhores da
competição, pois faz com ele, um jogo de seis pontos.
Com a partida marcada para às 21h30min de
segunda-feira, CRB e ASA protagonizaram uma boa partida de futebol no Estádio
Rei Pelé. E mesmo sendo o jogo de uma emissora de TV, muitas pessoas foram ao
Majestoso apoiar as duas equipes. As expectativas eram boas nas duas equipes.
De um lado o Galo, jogando em seus domínios e vindo de dois resultados ruins: 2
x 2 com o Salgueiro de PE e com a derrota de 1 x 0 diante do Cuiabá na linda
Arena Pantanal, MT. Do outro, o Alvinegro arapiraquense que vinha de novo
comando técnico, Francisco Diá, o time queria se reerguer no Brasileiro e
melhorar sua situação.
O Jogo começou bem disputado, com boas
chances para às duas equipes. Ao começar pelo ASA que teve, em boa trama, um
gol anulado e na sequência, o time da capital teve suas chances, em maiores
proporções que o visitante. Mas aos 40'
da primeira etapa, Magrão, centroavante regatiano, de cabeça, marcou o que foi
o gol que inaugurou o placar no clássico. CRB 1 x 0 ASA, desta forma terminou o
primeiro tempo do jogão.
Já o segundo tempo foi mais consistente,
emocionante e decisivo. Voltando com uma
postura melhor e mais incisiva, o ASA, em boa parte da etapa complementar, teve
as melhores oportunidades. Uma falta na entrada da grande área, levava perigo à
meta alvirrubra, mas na conclusão, Didira não aproveitou a oportunidade e
desperdiçou.
Mas Thiago Cavalcanti, artilheiro do
alvinegro, não desperdiçou a chance que teve e aos 39' -após linda troca de
passes dos atletas do do fantasma- empurrou a bola para o fundo das redes e
decretava o empate. A oscilação do meio campo do time vermelho e branco, fez
com que seu adversário obtivesse controle da partida que parecia ter seus
números finais certos. Todavia, ninguém esperava à esperteza do volante
Jhonnatan, que esperou o momento certo pararolar à redonda até Marcelo Macedo,
também centroavante, aproveitou e concluiu em gol o que foi à virada do Galo,
aos 43'. Nem os três minutos acrescidos pelo arbitro, mudou o placar da
partida. Com o resultado de 2 x 1, o CRB subiu na classificação e agora ocupa o
quarto lugar atrás de Fortaleza, Cuiabá, Botafogo - PB e ele, CRB, fecham o
G-4.
Uma coisa que não pode passar despercebida é o torcedor. No
correr do jogo, confusões, que não tomaram maiores proporções, bem verdade,
mancharam e marcaram como ponto negativo do clássico local.
Um dos jogos mais esperados do torneio de Handebol aconteceu na tarde desta quarta-feira, 6 de agosto, foi a super final entre as equipes mais cotadas para duelarem na decisão: Margarez Lacet x Contato Maceió. Em uma final eletrizante, a equipe da parte alta da capital conseguiu vencer os alunos do colégio da parte baixa, que engrandeceram muito o título e o objetivo dos "margarezianos" que capitaneados por Eduardo Proffa, erguem mais uma taça da etapa Estadual e carimbam passagem rumo à João Pessoa, PB.
Emocionante desde o início, a partida que foi realizada no ginásio poliesportivo Arivaldo Maia, no bairro do Jacintinho, reuniu um excelente público que na junção de vozes, criaram um espetáculo ensurdecedor. Gritavam e entoavam músicas alusivas aos seus respectivos times que dentro de quadra, fizeram um show a parte.
Outro show foi dado pelos comandantes técnicos das equipes que em quadra estavam espalhadas. Daniel Feliptu e Eduardo Proffa, com as alterações feitas no decorrer da batalha, davam o dinamismo e a qualidade que deram à partida, o título de melhor jogo do torneio.
Empatados em 7 x 7 no fim da primeira etapa, a equipe branca, vermelha e azul, o Contato Maceió, abriu uma diferença de três gols no início da partida, mas não conseguiram segurar a vantagem. Os 18 x 15 no final do jogo deram ao Margarez o direito de representar Alagoas na epata Nacional da competição, na Paraíba.
E no fim, quando tudo já estava consumado, a sensação que os atletas do Margarez Lacet passavam em seus semblantes era de alívio. Vindo de um vice-campeonato no ano passado, os mesmos erros não poderiam ser repetidos, e não foram. Com apenas uma derrota computada na junção de todas as etapas, para esse mesmo contato na decisão da etapa Regional. Agora a coisa muda. O nível é outro, é outro torneio. O que acontecerá daqui por diante? Isso são cenas para os próximos capítulos.
A Terça-feira foi marcada pela chegada
das delegações do Futsal ao estádio Rei Pelé. Cerca de 370 alunos, divididos em
37 equipes de ambos os naipes, masculino e feminino. No de correr da manhã, as
vans iam parando e no semblante dos que desciam estavam estampados o desejo e a
vontade de ser campeão.
Com o início marcado para
amanhã, quarta (6), os jogos demonstram ser bem competitivos e bastante emocionantes.
Com jogos a partir das 8:00hs, o dia será
repleto de bastante emoção expectativas. Inicialmente marcado para o SESI –
Trapiche e o Santa Úrsula, o esporte que tem um dos maiores prestígios entre os
jovens, certamente levará bons públicos aos jogos.
Handebol:
Amanhã também está programado
as finais do esporte que mais têm aceitação e crescimento nas escolas
brasileiras: o Handebol. Com os jogos semifinais realizados nesta tarde, no
Ginásio do SESI – Trapiche, os expectadores puderam acompanhar excelentes
partidas da modalidade com equipes já conhecidas. As finais, marcadas para o
Ginásio Poliesportivo Arivaldo Maia, no Jacintinho, guardam os detentores das
vagas separadas da modalidade para à etapa Nacional da competição que para o
Juvenil será em João Pessoa – PB e o Infantil, Londrina – PR.
Voleibol:
O dia também foi de com sagração para o
Vôlei Infantil Feminino do Colégio Santa Úrsula. Capitaneadas por José Luiz, no
Ginásio do IFAL – Campus Maceió, venceram no tie break as meninas do Colégio
Marista. E o detalhe é que as atuais campeãs, saíram perdendo no primeiro set,
mas conseguiram se recuperar e, de virada, deram números finais à partida: 2 x
1. O pódio do Vôlei Infantil feminino terminou da seguinte forma: Santa Úrsula,
Marista Maceió e Contato Maceió, respectivamente. Entretanto a competição ainda
tem sequência nesta quarta com as finais do Juvenil.
A competição estudantil mais democrática
do Estado chega ao seu terceiro dia de provas e com a conclusão de modalidades
como o atletismo que este ano reuniu cerca de 126 atletas de 10 municípios
alagoanos, distribuídos em 25 escolas tanto da rede privada quanto estadual. O
ideal de todos não poderia ser outro a não ser o pódio, mas do desenrolar da
competição os favoritos viam seus resultados aparecerem, do mesmo jeito que as
gratas surpresas davam o contraste necessário.
O mesmo domingo que serviu para o alcance
da glória, salgava os doces sonhos dos que não alcançaram suas metas. A
exemplo, temos a Escola João Simões que foi um dos destaques da competição com
seus dois troféus da premiação geral. Outra escola que Chamou a atenção, não
pelos resultados, mas pelo carisma foi a Escola Municipal Cícero Cabral. Quando
perguntados qual era o sentimento de participar de uma competição como tal,
responderam que era algo incrível participar de tudo aquilo que estava
acontecendo.
A troca de informações, as amizades novas
que surgem, a manutenção de um sentimento guerreiro e destemido. Essas foram as
principais coisas que os alunos citaram. Inclusive, a junção de duas escolas em
um alojamento só, despertou o interesse de somar. Tanto é que ao engajar no
ensino médio, todos têm o desejo de ir para esse colégio.
Os jogos têm sequência amanhã, segunda (4),
com muitas outras modalidades espalhadas pelos ginásios de capital.
Horários:
Handebol: Ginásio do SESI –
Trapiche. A partir das 8h00
Voleibol: Ginásio do IFAL –
Maceió. A partir das 8h00
A pista atlética do Trapichão hoje, sábado
(2), viveu seu momento de glória na edição Estadual do JEAL 2014, ao ter a honra de ter desfilando por sobre si, os melhores atletas do atletismo escolar alagoano. O dia foi separado para
eles e as mais diversas categorias da modalidade. E uma das instituições
presentes foi a Pestalozzi de Maceió. Com uma boa equipe paralímpica, ganhou
várias categorias dentre as provas do dia. Um de seus alunos, por exemplo,
Felipe Santos, ao término da
competição, esbanjava no peito já estufado e orgulhoso os triunfos obtidos no
dia. Eram três medalhas de ouro.
Como cada medalha de ouro equivale a uma
categoria, Felipe terá o privilégio de representar Alagoas nas paralímpiadas
escolares que será em São Paulo, (SP), em três categorias distintas. Em entrevista
concebida pelo próprio, a influência dos amigos na rua, esse foi o motivo pelo
qual ele entrou no esporte. A locomoção, segundo ele, é o principal problema
enfrentado por um paratleta. Mas todos têm a convicção de que não é apenas a
locomoção que os deixam em situações incertas e afloram seus medos. Antes de finalizar
a entrevista por sua parte, Felipe deixou um recado para todos: “nunca desistam
dos seus sonhos, nunca desistam”.
Josias Santos, representante da comissão
técnica da equipe, também deu sua contribuição a esta matéria.
Começamos perguntando a Josias, qual era a maior dificuldade de trabalhar com paratletas. Em resposta,
afirmou que a mudança de humor, esse, na maioria das vezes, é o principal
problema enfrentado por ele na hora de gerir seus alunos. Continuou a
entrevista sendo incisivo ao dizer que não existe diferença de ser ou não deficiente,
todos são capazes. Tanto é que cumprem com perfeição o que a eles é designado.
Professor, qual o recado, qual a mensagem que
você tenta passar para os seus atletas? – tento molda-los dentro do atletismo
para que eles enfrentem sem medo o futuro, o mundo. Encerrou a conversa
deixando um recado para aqueles que não acreditam na capacidade deles: Até que
provem o contrário eles podem. É possível e eles demonstram isso cada dia mais.
Um carinho, um abraço, isso ajuda no
momento. Acreditar, isso sim pode levar alguém a um futuro melhor.
Ainda ontem durante a abertura dos
JEAL2014, a alegria de uma turminha chamou a atenção de muitos. Os atletas da Associação
Pestalozzi de Maceió, manda para esta edição dos jogos, uma equipe paralímpica
de Bocha. Com uma média de idade ainda baixa, ele ainda têm muita lenha para
queimar, elevando o nome de Alagoas para o mais alto patamar e enchendo-nos de
orgulho.
A professora e técnica da equipe, Sthefany
Nascimento Adalto, em entrevista, relata as principais questões envolvendo seus
atletas. De início, foi perguntado qual é a maior dificuldade em ser técnica de
uma equipe paralímpica. Em resposta, confessou que o “maior problema” era a
parte motora. O grau de paralisia de cada um, interfere no desempenho dos
mesmos, mas a entrega compensa e em muitas vezes, o resultado é satisfatório. Em
seguida, quando questionada em relação a troca de informações para uma vida
melhor, ela foi incisiva ao falar que quer passar para eles os maiores e
melhores valores exigidos pela sociedade. Antes de tudo, formá-los grandes
cidadãos.
Outra entrevistada foi a Nataly Ribeiro,
atleta paralímpica de doze anos. Ela nos confessou que uma amiga a levou para
participar e depois disso, nunca mais saiu de lá. Sendo o esporte que ela mais
gosta, o despertar de sentimentos bons, faz com que Nataly não queria praticar
outro, senão a bocha: eu sinto muito orgulho e alegria, completou.
A palavra que resume isso tudo não pode
ser outra senão sensacional! O despertar de sentimentos e conhecimentos não
está primado e ninguém e sim, é possível, basta querer.
Não sabe o que é bocha? A gente explica!
O jogo de bocha é um jogo
competitivo que pode ser jogado individualmente, em duplas ou em equipes e
todos os eventos podem ser mistos – homens e mulheres competem juntos e
igualmente. A sua finalidade principal é a mesma do bocha convencional; ou
seja, encostar o maior número de bolas na bola branca alvo, também denominada Jack.
São utilizadas 13 bolas: 6 azuis, 6 vermelhas
e 1 branca, confeccionadas com fibra sintética expandida e superfície externa
de couro. Seu tamanho é menor que o de bocha convencional e o peso é de,
aproximadamente, 280 gramas. O árbitro utiliza para sinalizar ao jogador, no
início de um lançamento ou jogada, um indicador de cor vermelho/azul, similar a
uma raquete de tênis de mesa. Para medir a distância das bolas coloridas da
bola alvo, é utilizada uma trena ou com compasso.
A habilidade
e a inteligência tornam-se fundamentais no desenvolvimento das jogadas,
assistindo-se muitas vezes a um verdadeiro espetáculo de alternância da
vantagem, pela aplicação de técnicas e táticas adequadas e desenvolvidas a cada
circunstância.
No Brasil, o
jogo de bocha ficou conhecido a partir de 1995, quando dois atletas
participaram dos Jogos Parapanamericanos de Mar Del Plata, consagrando-se
campeões na modalidade. Em junho de 1996, dando prosseguimento ao Programa de
Fomento Esportivo, a Associação Nacional de Deporto para Deficientes – ANDE,
lançou o Projeto “Boccia Para Portadores de Paralisia Cerebral Severa”, em
Curitiba, onde se fizeram representar cinco estados: Paraná, com duas
entidades; Rio de Janeiro, com cinco entidades e Mato Grosso do Sul, Minas
Gerais e São Paulo com uma entidade cada.
Para os
competidores de elite, que participam de Campeonatos Internacionais, as
competições obedecem a um ciclo de quatro anos. A cada ano é realizado um
grande evento internacional, acontecendo em um ano o Campeonato da Europa e o Parapanamericano,
seguidos do Campeonato Mundial, Campeonato da Copa do Mundo e por último dos
Jogos Paralímpicos. As regras do jogo de bocha são determinadas pela CP-ISRA e
são revisadas a cada quatro anos, normalmente logo após as Paralimpíadas.
Classes:
A competição é dividida em quatro classes de atletas, segundo suas necessidades especiais.
Classe BC1 ficam os atletas que precisam de auxílio para posicionar suas cadeiras de rodas e também é permitido a função de entregar a bola para o jogador.
Classe BC2 estão os atletas que podem movimentar suas cadeiras sem auxílio.
Classe BC3 ficam os atletas com lesões graves, que precisam de equipamentos ou assistentes para se locomoverem.
Classe BC4 estão atletas com lesões graves, mas que não precisam de assistência.
Categoria:
Individual BC1.
Individual BC2.
Individual BC3.
Individual BC4.
Pares BC3 – Somente jogadores pertencentes à classe BC3.
Pares BC4 – Somente jogadores pertencentes à classe BC4.
Equipe – Somente jogadores pertencentes às classes BC1 e BC2.
Já passavam das três da tarde quando a
solenidade de abertura dos Jogos Estudantis de Alagoas – JEAL2014 - começava, como de costume, com o desfile das
escolas participantes, dezenas delas, bem verdade, misturavam-se entre público
e privado. Não tinha isso hoje, não houve separação na tarde mais esperada
pelos desportistas. O hasteamento das bandeiras brasileira, alagoana e da secretaria
da educação, como forma de respeito. As imediações do estádio Rei Pelé estavam
superlotadas. A cerimônia tomou seu curso e, oficialmente, teve sua abertura decretada,
em uma só voz, pela Secretária de Estado Adjunta do Esporte, Vânia Quintela, ao
lado do diretor de Desporto Escolar, professor Lourival Rocha.
O Hino Nacional, cantado em um couro só,
e puxado pela banda Fanfarra da Escola Estadual Professora Aurelina Palmeira, foi
um show à parte. A tocha Olímpica, objeto que deixa eufórico e emociona o
público em aberturas de eventos esportivos, teve sua hora e, mais uma vez,
tomou as atenções dos presentes. E as palavras do atleta, Carlos Guilherme, aluno
da Escola Estadual Professora Margarez Maria dos Santos Lacet, no mais que tradicional
juramento de solenidade entre atletas, arrancou os aplausos da plateia. Tudo
nos conformes e puderam eles, integrantes das delegações, ao final da
solenidade, curtirem o show da Banda Sabaki, que alegrou a galera com os hits
do momento.
Foi uma festa belíssima que já se tornou
certa no calendário esportivo do Estado. E a partir de sábado, dia 2 de agosto,
terão continuidade os jogos que iniciaram-se na quinta-feira, dia 31 de julho,
com a disputa do torneio de Basquete, no Pavilhão do Basquete.
As 15 modalidades serão
disputadas nos mais diversos ginásios espalhados pela cidade de Maceió.
Prestigie o esporte alagoano.
Nem mesmo a chuva, que castiga desde cedo a capital alagoana, privou os torcedores alvirrubros da ida ao Estádio Rei Pelé. Mas nem mesmo ela - a chuva- danificou o palco verde da partida. CRB x Salgueiro - PE, foi à partida que protagonizou a volta da equipe regatiana ao lugar que por tantas vezes a consagrou. Até mesmo pedido de casamento houve na partida que, para um casal, já entrou para à historia.
No primeiro tempo, as equipes alternaram-se, inicialmente, nas melhores chances do jogo. Ao começar pelo anfitrião do evento: o CRB. Logo em seguida, a equipe pernambucana teve suas chances, poucas, bem verdade, mas que levavam perigo ao goleiro do Galo. Mas nada que assustasse muito a torcida alvirrubra que com sua festa, já esperada, embalou o time da casa a encerrar um bom primeiro tempo, entretanto, sem gols.
As emoções da partida ficariam para o segundo tempo, onde quatro gols saíram, mas a igualdade no placar, para muitos, foi um péssimo resultado. Quem abriu o marcador foi a equipe praiana com Diego Rosa. Após o corte da defesa, pegou a sobra, bateu e marcou o que foi o primeiro gol do CRB. Marcus Vinicius, zagueiro regatiano, marcou contra, depois do cruzamento da direita, ela bateu em sua perna direita e morreu no fundo do próprio patrimônio. Estava ali, decretado, o empate no jogo.
Mas as emoções não ficaram por aí, e na sequência da boa trama de passes entre Paulo Sergio e Éder, o lateral direito do time praiano acerta um lindo passe pela direita e Jéferson Maranhão, atleta alvirrubro, de cabeça, marca mais um para os donos da casa e coloca novamente o CRB na frente. E no finzinho da partida, depois de uma sequência de falhas na meta do Galo, um chute despretensioso do atleta do Carcará de Pernambuco, morreu no fundo das redes, após contar com um desvio que, literalmente, matou o Júlio César. Dando números finais à partida.
Deve-se ressaltar também às defesas dos dois goleiros. Luciano, goleiro do Salgueiro, fez belíssimas defesas. A mais impressionante foi à do chute de Éder, meio-campista do CRB, lembrando uma defesa de Futsal, com o biquinho da chuteira. Outra, foi a do Júlio César que pegou uma cabeçada à queima-roupa feita pelo Centroavante dos visitantes.
O Galo, ocupa à segunda posição de seu grupo, atrás apenas do Fortaleza. E o sentimento que fica na torcida é frustração, por causa parte dos alagoanos. O dia em que tudo estava dando certo, sucumbi em dois lances, e os gritos de " Ô, vamos subir, Galo" poderiam ter carregado o CRB a mais uma vitória, todavia, o empate foi o que restou e a luta continua rumo ao tão esperado acesso.
A capital pernambucana, durante esta semana, sediará na Praia do Pina, o VI mundial de Handebol de Areia. Durante os dias 22/07 até 27/07, A Veneza brasileira será o palco desse torneio bacana que envolve 24 seleções dos dois naipes - masculina e feminina -ambas lutando pelo mesmo mesmo objetivo: ser a grande campeã na super final de Domingo, 27.
Detentora de três títulos mundiais, a seleção brasileira masculina tenta o tetracampeonato, inicialmente, contra: Austrália, Noruega, Taipei, Itália e Uruguai, em seu grupo. Já à feminina, dona de outros dois títulos do mundo, tem pela frente as seguintes equipes: Austrália, Dinamarca, Omã, Sérvia e Uruguai.
Com capacidade para, aproximadamente, duzentas pessoas, a belíssima arena, lá montada, conta com uma estrutura moderna, arejada e tem como plano de fundo, nada mais, nada menos que o Mar recifense. A entrada é gratuita e, sem sombra de dúvida, é um excepcional programa para à família. Lembrando que dias 25/07 e 26/07, acontecem as fases finais, com a grande decisão guardada para Domingo, 27/07.
Você acompanha, mas não sabe jogar ou até mesmo as regras do Handebol de areia? Sem problemas, ensinamos:
Regras Básicas:
Bola:
É lisa e de borracha. A Bola masculina mede aproximadamente 360g com um diâmetro de 17,5cm. A Bola feminina pesa aproximadamente 290g com um diâmetro de 16,5cm. Para crianças e categorias menores deve ser usada uma bola com peso e diâmetro menores.
Equipes:
Cada equipe é composta por 8 jogadores (destes, devem estar presentes no início do jogo no mínimo 6 jogadores). Cada time deve manter durante todo o jogo 4 jogadores na quadra (1 goleiro e 3 na linha). O número de substituições é ilimitado. Se o número de jogadores durante o jogo for menor que 4, o jogo termina e o outro time conquista a vitória.
Jogadores: Todos os jogadores devem jogar descalços (mas podem usar meias e bandagens), o uniforme deve ser composto com camisa e shorts, ambos devidamente numerados.
Goleiro:
Quando o goleiro não está em posse da bola, ele pode deixar sua área e jogar como um jogador de linha normal, com o resto do time. Se o goleiro, jogando na linha, marcar um gol, seu time ganha 1 ponto extra. Após cada gol é o goleiro quem dá continuidade ao jogo, lançando a bola de sua área. Gol:
Um Gol é marcado quando a bola ultrapassa a "Linha do Gol" e vale a princípio 1 ponto. Mas nas seguintes situações ocorrem bonificações:
Vale 2 Pontos:
Se o Gol for marcado em jogada aérea.
Caso o goleiro, jogando na linha, faça o Gol.
Em caso de uma cobrança de "6 metros".
Gol do goleiro em sua área no modo
"Um Jogador Contra o Goleiro".
Vale 3 Pontos:
Caso o goleiro, jogando na linha, fizer um
gol em jogada aérea.
Substituições: As substituições são ilimitadas durante o jogo, mas apenas podem ser feitas na "Linha Lateral", ao longo de seus 15 metros e do lado em que se encontre a mesa dos "Oficiais de Mesa".
Escanteio:
O lance de escanteio é ordenado desde que a bola tocada pela equipe defensora ultrapasse a linha de fundo (sem que o goleiro desta tenha tocado na bola). O lance é executado no ponto de interseção da "linha de 6 metros" e a "linha lateral", do lado onde a bola tenha saído.
Lance Lateral: Um lance lateral é aplicado quando a bola passa pela "Linha Lateral", tendo tocado no time adversário. O lance lateral é cobrado do lugar onde a bola saiu na "Linha Lateral" ou caso tenha saído pela lateral, mas na "área do goleiro" é cobrada na interseção da "Linha Lateral" com a "linha de 6 metros". Durante a cobrança os jogadores de defesa devem estar a uma distância mínima de 1 metro.
Lance Livre:
Caso ocorra a violação de alguma regra, o time adversário ganha um "Lance Livre". Este deverá ser cobrado no local onde fora cometida a infração. Durante a cobrança os jogadores de defesa devem estar a uma desvaneça mínima de 1 metro da cobrança e alinhados na "linha de 6 metros". Lance de 6 metros:
Esta é uma adaptação do Lance de 7metros do Handebol. Na cobrança o jogador não deve tocar ou cruzar a linha da "área do gol" até a bola sair de suas mãos. O goleiro e os outros jogadores devem manter-se a uma distância mínima de 1 metro do arremessador. Se um gol for marcado em uma cobrança de 6 metros, o time é bonificado com um ponto extra.
Esclarecimentos:
- O lançamento de inicio de jogo é feito através do lance de um árbitro ("bola ao ar").
- Após um gol, o jogo recomeça com a reposição de bola feita pelo goleiro em sua área.
- Sempre que a bola sair pela linha de fundo, sem tocar na defesa, sua reposição é feita pelo goleiro.
- As linhas da quadra são marcadas com uma fita plástica, elástica e de 8 cm de largura.
- A linhas do gol deve ser desenhada no chão ou marcada também por uma fita elástica.
Punições:
A violação de uma regra ou uma conduta antidesportiva resulta em uma suspensão, mas o jogador suspenso pode voltar ao jogo quando o time adversário perder a posse da bola. Uma segunda suspensão de um mesmo jogador resulta em uma desqualificação, o jogador deve ser substituído imediatamente.
Em uma desqualificação imediata, resultante de uma séria violação de regras ou uma grave conduta antidesportiva o jogador será excluído do jogo e o caso deverá ser julgado por uma comissão para determinar as consequências.
Nas exclusões, todo o jogador que for excluído deve ser substituído. Quando não houver reservas disponíveis, esse jogador irá ocupar o lugar de goleiro. Se durante estes 2 minutos de exclusão, ocorrer uma nova exclusão, esse jogador terá de cumprir o tempo de exclusão fora do campo.
Sempre que um jogador for excluído, será marcado um "Lance de 6 metros" contra a sua equipe. Se a falta de que deu origem a essa exclusão foi uma falta que já daria origem a um "Lance de 6 metros", então será marcado o lance e a posse de bola continuará com a equipe que estiver atacando.
Domingo, vinte de Julho de dois mil e quatorze, dezesseis horas, pelo horário de Brasília. Momento exato que os times de Alagoas entravam em campo pós-Copa do Mundo e viviam situações bastantes distintas. Começando pelo Coruripe, o atual campeão estadual e, consequentemente, herdeiro da vaga de Alagoas na série D do campeonato brasileiro. O adversário foi o Jacuipense-BA que não tomou conhecimento da equipe dona da
casa e aplicou-lhe um 3 x 1, em pleno Gerson Amaral. O Gol solitário do veterano atacante Denílson, não mudou a escrita que a partida tomava e o Hulk dos canaviais, tido como um dos favoritos à classificação em seu grupo, perdeu em sua estreia na competição nacional. A bola da vez agora é a Agremiação Sportiva Arapiraquense, que diante do seu torcedor não emplacou um bom futebol e cedeu um empate de 1 x 1 com o Botafogo da Paraíba. Ele, hoje, poderia estar dentro do G4 de seu grupo, mas quis o destino que não e continua à ocupar o sétimo lugar na tábua de classificação. Dos três times com calendário no segundo semestre em Alagoas, o CRB é o único que tem um destaque em sua campanha na série C. O clube praiano vive um excelente momento e a parada pro mundial, aparentemente, não interferiu no desempenho da equipe que, dentre as equipes citadas, foi a única que computou os três pontos. A ascensão da equipe alvirrubra, teve seu início com a chegada do Técnico Ademir Fonseca, que continua invicto na atual passagem pelo Galo.
Novos jogos estão por vir. O jeito é desejar sorte para os times de nosso estado e esperar que o futuro estejam repletas de glórias para eles.
Doze
de Julho de dois mil e quatorze, dia do fim da participação do selecionado
brasileiro na Copa do Mundo de futebol. Terminou em quarto lugar entre trinta e
duas seleções, mas mesmo assim ainda decepcionou muito sua torcida que mesmo
vendo, de forma gritante, as deficiências técnicas de sua seleção não mediu
forças para dar à ela, o gás extra que poderia leva-los ao Hexacampeonato.
Para o Brasil, o mundial começou muito
antes do previsto. Teve início ainda em dois mil e treze, na Copa das
Confederações contra o Japão, em Brasília. Os espectadores viram uma boa
partida de futebol e nossa seleção não teve tantas dificuldades para derrotar
os japoneses e seguir na competição onde, na qual, sagraram-se campeões. E o
engraçado é que para ela, seleção brasileira, a “Copa das Copas” também teve
seu termino na Capital Federal, com a disputa de terceiro. Em hipótese alguma,
estava nos planos do torcedor candango e brasileiro num modo geral. E nem lá
que tudo começou bem, o final foi feliz.
Entretanto, deve-se ressaltar que
expectativa demais em cima de algo que não se tem plena convicção, em sua
maioria de vezes, faz mal. Acostumado a erguer troféus, o torcedor canarinho
não esperava que seus domínios, no país do futebol, a seleção que mais vezes
foi campeã do mundo - cinco vezes - não obtivesse colocação diferente do que o
primeiro lugar. Bem verdade que para muitas nações, nossa hospitalidade e
capacidade de se reerguer das cinzas, já nos diferem de muitas outras e
colocam-nos em destaque nesse cenário.
A alma futebolística de nosso torcedor
está dilacerada com tantos insucessos, porque, sem sombra de dúvida, qualquer
sonho torna-se mais forte quando está próximo de nós. Mas infelizmente não foi
dessa vez e muitos críticos afirmavam que, realmente, essa geração não iria ser
campeão em dois mil e quatorze, mas sim em dois mil e dezoito, na Rússia. O
jeito é aguardar o desfecho que irá tomar à história dessa geração.
Conclui-se que, apesar de tudo que
aconteceu nesta copa, o torcedor brasileiro fez bonito ao tatuar no peito e
incorporar dentro de si, a alma dessa seleção que mesmo não sendo uma das
melhores, teve o prazer e a honra de carregar às cinco estrelas e o manto
amarelo mais importante do planeta bola. A final de amanhã no belíssimo estádio
do Maracanã, aquele mesmo da fatídica final de cinquenta, não reeditará uma
final sul-americana e talvez o sonho de ser campeão em casa possa não mais
existir. Mas como consta na saudosa letra de nosso Hino Nacional, escrita por:
Joaquim Osório Duque Estrada ‘Brasil, de um sonho eterno seja símbolo, o lábaro
que ostentas estrelado, e diga o verde louro desta flâmula – Paz no futuro e
glória no passado.” Que a glória do passado, nos acompanhe no presente e nos
carregue para um futuro melhor.
Quando foi anunciado como sede da
Copa do Mundo de 2014, o misto de sonhos, alegria e perspectivas ficou evidente
no semblante de cada brasileiro. A princípio, as ideias de modernização e
crescimento deixaram todos otimistas com a esperança de que, além do hexa
campeonato mundial, o legado deixado pela Copa fosse muito depois das quatro
linhas do gramado e dos entornos belíssimos das arenas multiuso edificadas nas
12 cidades-sede.
Mesmo sem ela ter acabado, o que se pode
ver é que nosso país pode, sem sombra de dúvida, sediar qualquer evento
mundial. A medida os jogos foram acontecendo, o brasileiro, num modo geral, se
viu dentro do mundial, envolvido pela mística, povos, classes, etnias e amor a
suas seleções. O Hino Nacional, símbolo e tesouro maior de quaisquer nação,
entoado a capela, deu vida aos gigantes de concreto e todos num só ritmo deram
cor, forma e números ao que, por muitos, é denominada como: Copa das copas.
Mas infelizmente nem tudo é esse mar de
rosas que, aparentemente, demonstra a nação. Enquanto o país sucumbe em problemas
sócias, essa edição da copa do Mundo foi a mais cara da história. Talvez esse
contraste de situações, deve ser o que deixa tão chateado os
habitantes/torcedores brasileiros. Entretanto, deixando de lado as questões
políticas, voltemos a falar da Copa das copas.
A seleção brasileira, detentora de cinco
títulos mundiais, caiu hoje perante a fortíssima seleção alemã. O palco da
partida foi o reformulado e lindo estádio do Mineirão em Belo Horizonte,
capital mineira. Um humilhante e sonoro 7 x 1 para eles tirou do páreo nossa
seleção que disputará o terceiro lugar em Brasília, no sábado. Até agora à ficha
não caiu e nem a fatídica derrota no eterno “Maracanaço”, em 1950, deixou
frustração maior que essa. Mais uma vez ficamos pelo caminho jogando em nosso
território, mas a forma que aconteceu deixa dúvidas que nem futuros sessenta e
quatro anos terão respostas.
Por fim, constata-se que, a Copa do Mundo
FIFA no Brasil em 2014, já está na história por vários motivos, como por
exemplo: a surpreendente Costa Rica que, no fortíssimo grupo da morte,
conseguiu passar em primeiro e deixando seleções como Inglaterra e Itália na
primeira fase, por ser a edição com o maior número de gols marcados, etc, etc,
etc. E deixa um dilema: será que somos tão atrasados assim em relação aos
outros países? O que foi aquilo no Mineirão? Um único atleta, pode carregar
outros vinte e dois? Perguntas que deixemos o tempo responder e se ele não se
encarregar disso, paciência...
A entrada da tecnologia no meio esportivo, foi considerada de grande valia por atletas e técnicos.E tendo os princípios de modernização, boa arbitragem melhores performances, replays, desafios e mensagens instantâneas tornam-se características típicas de vários esportes de ponta e muitas modalidades olímpicas também.No decorrer do conteúdo aqui apresentado, tentaremos deixar você mais por dentro desses avanços tecnológicos e quais modalidades as praticam. Auxiliando o desempenho dos profissionais que as usam, roupas especialmente projetadas, com pesos insignificantes, mas proporcionam resultados incríveis. Tendo como exemplo a natação e as provas de atletismo.A esgrima é outra modalidade que teve as vestes modificada para o bem do esporte em um modo geral. Foram instalados sensores que são ativados com a energia existente na ponta da arma que é ligada a energia elétrica. A arbitragem também ganhou não só com este recurso, mas com a chegada da vídeo-arbitragem. Com ela, pode-se tirar a dúvida do atleta, tal qual o desafio existente também no tênis e apouco tempo foi implantado no voleibol. As artes marciais também sofrem muita influência da tecnologia, com suas roupas repletas de sensores, protagonizam belíssimas e justas apresentações.
No fim, o que se pode concluir é que: apesar de tirar o brilho de certas modalidades, esta junção entre a tecnologia e o esporte, torna-o mais honesto e mais claro. Além dos atletas, outra classe que se viu favorecida foi a de arbitragem que ganhou um forte trunfo na mão: à consulta, em algumas modalidades, evidentemente. Mas, verdadeiramente, quem só ganha com isso é o esporte que consegue acompanhar o avanço do tempo, e, mesmo assim, não perde à antiga essência, que é a de ser uma das principais paixões do ser humano.
Clássico é imprevisível, disso todos sabem,
mas a partida desta tarde teve tudo que um jogo desse porte necessita:
polêmica, pressão, gol, aflição, redenção, enfim, um jogo cercado de situações
onde se viu seus números finais nos pés, ou melhor, nas luvas do goleiro
regatiano. Júlio César, brilha mais uma vez e CRB sai vitorioso de Arapiraca.
Apesar do titulo "clássico"
impactar nos atletas situações distintas, os torcedores que se fizeram
presentes no estádio Coaracy da Mata Fonseca - vulgo Fumeirão - presenciaram um jogo aberto e dinâmico, tendo
como base as investidas alvinegras e os contra-ataques alvirrubros. Os pouco
mais de 8 mil torcedores presenciaram uma boa partida de futebol, mas no fim a
minoria - torcedores do CRB - saíram mais satisfeitos, afinal de contas, foi
este o vencedor e, consequentemente, o detentor dos três pontos na tabela,
tornando-se quarto colocado, no grupo B da terceira divisão do campeonato
brasileiro.
Característica de grandes partidas, o
detalhe definiu o jogo que estamos
falando. A aparição de Diego Rosa no momento do gol fez o torcedor
lembrar dos momentos de bom aproveitamento tido pelo mesmo, assim que chegou ao
clube. Deve-se ressaltar que ele não foi
sacado da equipe de Ademir Fonseca, por pouco. Já que não vinha de boas
atuações. Mas o treinador optou por prestigia-lo e o manteve e Diego não
decepcionou. Pegou a sobra de Pedro Silva, goleiro do ASA, e empurrou para o
fundo das redes. O placar foi aberto e mantido até o final da partida graças a
outro atleta praiano, o goleiro Júlio César. A segurança transmitida por ele,
fez o torcedor criar uma confiança muito grande em cima do camisa 1 do CRB. Nem
mesmo Didira, camisa 10 do alvinegro arapiraquense e ídolo de sua torcida,
conseguiu furar a barreira chamada Júlio César que fez uma defesa
extraordinária na cobrança de pênalti feita por Didira.
Desta vez os detalhes conspiraram a favor
da equipe da capital alagoana, que na bola empurrada para as redes por Rosa e a
defesa sensacional de Júlio César. Corpo e luvas, respectivamente, fizeram a
diferença e hoje o clube alagoano figura entre os quatro melhores do torneio.
Pode-se concluir que a volta de Ademir,
somada com o querer, bom desempenho e a tática, fazem do CRB, nesse momento, um
candidato a vaga para à próxima fase da terceirona. Se ele será no fim um dos
quatro não se sabe ainda, mas aos poucos o corpo que essa equipe está tomando a
sujeita a isto. Ainda está cedo para sabermos a resposta desse desfecho. Isso,
são cenas para os próximos capítulos.
Os quatro mil assentos existentes no Nelsão
da via expressa não foram ocupados hoje, mas o estádio, de uma maneira geral,
recebeu um público relativamente bom Medindo, evidentemente, as proporções.
Proporções essas que variam entre: tamanho de estádio, preço de ingresso,
situação atual do time e por aí vai... Mas o torcedor que foi ao campo nesta
quente, muito quente tarde de domingo, presenciou uma boa atuação da equipe alvirrubra.
O time jogou de maneira compacta, o goleiro regatiano praticamente não
trabalhou, apenas uma ou outra investida treziana, mas nada que o assustasse ou
arrancasse temor do torcedor alagoano.
Um fato observado por todos os torcedores
presentes e, observado como uma surpresa positiva, foi a retirada do jogador
Glaydson Gaúcho para à entrada de Jhonnattan, que faz a mesma função - segundo volante.
Hoje, eu, como torcedor, vi pela
primeira vez ele – Johnnattan- jogar como jogou e fazer um golaço como aquele. Primeiro,
nunca vi o mesmo fazer um gol, entretanto, sei que ele já guardou algumas vezes.
Mas o que tem que ser dito é que apesar de
desdenhar de algumas boas atuações o “Regatão da Pajuçara” não tinha a sorte, a
confiança ou até mesmo a capacidade de empurrar a pelota para asredes. Hoje, ao menos, ela entrou. O time
jogou pra cima, agradou a boa parte da torcida que lá se fazia presente e
deixou uma dúvida no ar: será mesmo que essa equipe é tão desqualificada assim?
Será mesmo que ela deveria estar nessa situação? Incógnitas em cima de incógnitas,
eu sei o porquê? Não! Só sei que eu gostei do que vi hoje.
·Uma observação: aquele Nelsão é, sem sombra de
dúvida, uma panela de pressão, literalmente falando, evidentemente. Ganhamos uma
expulsão no grito. E aquele estádio tendo condições de comportar nossa torcida,
poderíamos ganhar mais que uma simples expulsão...