Série C: Empate com sabor de derrota no Trapichão

Um dia após ter completado 102 anos de existência, a equipe regatiana entrou em campo para enfrentar o Água de Marabá, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Ainda em êxtase pelo aniversário de seu time, além da bela campanha que faz na série C, o CRB pôde contar com um grande público na tarde de domingo (21). Dentro de campo, as duas equipes fizeram um jogo truncado, com o time da casa tendo as melhores oportunidades, mas no fim o empate por 1 x 1 não foi um bom negócio para o Galo.

SérieC:em dia de aniverário do Rei, CRB Retorna à série B

Agora o CRB tem pela frente mais um carioca. Desta vez é a equipe do Macaé. Quem passar desde confronto, terá pela frente o Paysandu ou o Mogi Mirim na grande final da série C. No aniversário do grandão, o gigante fez a festa e os convidados, trajavam vermelho.

Série C: CRB vence Fortaleza e derruba último invicto do brasileirão

Dando continuidade ao returno da competição, CRB e Fortaleza confrontaram-se no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Com a chuva castigando a Capital alagoana desde sábado, no domingo, dia do jogo, ela não deu trégua, mas nada que impedisse a partida que aconteceu normalmente. E com três gols, com destaque para à pintura do meia Clebinho, o time praiano vence e derruba o último invicto do Brasileiro da série C.

Série C 2014: De virada, Galo bate Leão do Sul.

De acordo com a tabela de jogos da Série C, o CRB teria duas partidas seguidas por disputar fora de seus domínios: Paysandu e CRAC. Contra os paraenses, não foi obtido um bom resultado, entretanto, contra o CRAC na tarde de hoje, 24 de agosto, no Estádio Genervino da Fonseca, o time praiano se sobrepôs à todas às adversidades e, de virada, conseguiu três importantíssimos pontos e, automaticamente, manteve-se na quinta posição da tábua de classificação do grupo A.

Archive for julho 2014

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Em volta pra casa, o empate não foi um bom negócio...

       Nem mesmo a chuva, que castiga desde cedo a capital alagoana, privou os torcedores alvirrubros da ida ao Estádio Rei Pelé. Mas nem mesmo ela - a chuva- danificou o palco verde da partida. CRB x Salgueiro - PE, foi à partida que protagonizou a volta da equipe regatiana ao lugar que por tantas vezes a consagrou. Até mesmo pedido de casamento  houve na partida que,  para um casal, já entrou para à historia.
     No primeiro tempo, as equipes alternaram-se, inicialmente, nas melhores chances do jogo. Ao começar pelo anfitrião do evento: o CRB. Logo em seguida, a equipe pernambucana teve suas chances, poucas, bem verdade, mas que levavam perigo ao goleiro do Galo. Mas nada que assustasse muito a torcida alvirrubra que com sua festa, já esperada, embalou o time da casa a encerrar um bom primeiro tempo, entretanto, sem gols.  
       As emoções da partida ficariam para o segundo tempo, onde quatro gols saíram, mas a igualdade no placar, para muitos, foi um péssimo resultado. Quem abriu o marcador foi a equipe praiana com Diego Rosa.  Após o corte da defesa, pegou a sobra, bateu e marcou o que foi o primeiro gol do CRB. Marcus Vinicius, zagueiro regatiano, marcou contra, depois do cruzamento da direita, ela bateu em sua perna direita e morreu no fundo do próprio patrimônio. Estava ali, decretado, o empate no jogo.
       Mas as emoções não ficaram por aí, e na sequência da boa trama de passes entre Paulo Sergio e Éder,  o lateral direito do time praiano acerta um lindo passe pela direita e Jéferson Maranhão, atleta alvirrubro, de cabeça, marca mais um para os donos da casa e coloca novamente o CRB na frente. E no finzinho da partida, depois de uma sequência de falhas na meta do Galo, um chute despretensioso do atleta do Carcará de Pernambuco, morreu no fundo das redes, após contar com um desvio que, literalmente, matou o Júlio César. Dando números finais à partida.
       Deve-se ressaltar também às defesas dos dois goleiros. Luciano, goleiro do Salgueiro, fez belíssimas defesas. A mais impressionante foi à do chute de Éder, meio-campista do CRB, lembrando uma defesa de Futsal, com o biquinho da chuteira. Outra, foi a do Júlio César que pegou uma cabeçada à queima-roupa  feita pelo Centroavante dos visitantes. 
        O Galo, ocupa à segunda posição de seu grupo, atrás apenas do Fortaleza. E o sentimento que fica na torcida é frustração, por causa parte dos alagoanos. O dia em que tudo estava dando certo, sucumbi em dois lances, e os gritos de " Ô, vamos subir, Galo" poderiam ter carregado o CRB a mais uma vitória, todavia, o empate foi o que restou e a luta continua rumo ao tão esperado acesso.  

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Areia + Handebol = Recife, PE


      A capital pernambucana, durante esta semana, sediará na Praia do Pina, o VI mundial de Handebol de Areia. Durante os dias 22/07 até 27/07, A Veneza brasileira será o palco desse torneio  bacana que envolve 24 seleções dos dois naipes - masculina e feminina -ambas lutando pelo mesmo mesmo objetivo: ser a grande campeã na super final de Domingo, 27.
     Detentora de três títulos mundiais, a seleção brasileira masculina tenta o tetracampeonato, inicialmente, contra: Austrália, Noruega, Taipei, Itália e Uruguai, em seu grupo. Já à feminina, dona de outros dois títulos do mundo, tem pela frente as seguintes equipes: Austrália, Dinamarca, Omã, Sérvia e Uruguai.
       Com capacidade para, aproximadamente, duzentas pessoas, a belíssima arena, lá montada, conta com uma estrutura moderna, arejada e tem como plano de fundo, nada mais, nada menos que o Mar recifense. A entrada é gratuita e, sem sombra de dúvida,  é um excepcional programa para à família. Lembrando que dias 25/07 e 26/07, acontecem as fases finais, com a grande decisão guardada para Domingo, 27/07.
Você acompanha, mas não sabe jogar ou até mesmo as regras do Handebol de areia? Sem problemas, ensinamos:
Regras Básicas:

Bola:
   É lisa e de borracha. A Bola masculina mede aproximadamente 360g com um diâmetro de 17,5cm. A Bola feminina pesa aproximadamente 290g com um diâmetro de 16,5cm. Para crianças e categorias menores deve ser usada uma bola com peso e diâmetro menores.

Equipes:
   Cada equipe é composta por 8 jogadores (destes, devem estar presentes no início do jogo no mínimo 6 jogadores). Cada time deve manter durante todo o jogo 4 jogadores na quadra (1 goleiro e 3 na linha). O número de substituições é ilimitado. Se o número de jogadores durante o jogo for menor que 4, o jogo termina e o outro time conquista a vitória.
Jogadores: Todos os jogadores devem jogar descalços (mas podem usar meias e bandagens), o uniforme deve ser composto com camisa e shorts, ambos devidamente numerados.

Goleiro:
    Quando o goleiro não está em posse da bola, ele pode deixar sua área e jogar como um jogador de linha normal, com o resto do time. Se o goleiro, jogando na linha, marcar um gol, seu time ganha 1 ponto extra. Após cada gol é o goleiro quem dá continuidade ao jogo, lançando a bola de sua área.
Gol: 
    Um Gol é marcado quando a bola ultrapassa a "Linha do Gol" e vale a princípio 1 ponto. Mas nas seguintes situações ocorrem bonificações:

Vale 2 Pontos:
Se o Gol for marcado em jogada aérea.
Caso o goleiro, jogando na linha, faça o Gol.
Em caso de uma cobrança de "6 metros".
Gol do goleiro em sua área no modo
"Um Jogador Contra o Goleiro".
Vale 3 Pontos:
Caso o goleiro, jogando na linha, fizer um
gol em jogada aérea.
Substituições: As substituições são ilimitadas durante o jogo, mas apenas podem ser feitas na "Linha Lateral", ao longo de seus 15 metros e do lado em que se encontre a mesa dos "Oficiais de Mesa".

Escanteio:
   O lance de escanteio é ordenado desde que a bola tocada pela equipe defensora ultrapasse a linha de fundo (sem que o goleiro desta tenha tocado na bola). O lance é executado no ponto de interseção da "linha de 6 metros" e a "linha lateral", do lado onde a bola tenha saído.
Lance Lateral: Um lance lateral é aplicado quando a bola passa pela "Linha Lateral", tendo tocado no time adversário. O lance lateral é cobrado do lugar onde a bola saiu na "Linha Lateral" ou caso tenha saído pela lateral, mas na "área do goleiro" é cobrada na interseção da "Linha Lateral" com a "linha de 6 metros". Durante a cobrança os jogadores de defesa devem estar a uma distância mínima de 1 metro.
Lance Livre:
         Caso ocorra a violação de alguma regra, o time adversário ganha um "Lance Livre". Este deverá ser cobrado no local onde fora cometida a infração. Durante a cobrança os jogadores de defesa devem estar a uma desvaneça mínima de 1 metro da cobrança e alinhados na "linha de 6 metros".
Lance de 6 metros: 
       Esta é uma adaptação do Lance de 7metros do Handebol. Na cobrança o jogador não deve tocar ou cruzar a linha da "área do gol" até a bola sair de suas mãos. O goleiro e os outros jogadores devem manter-se a uma distância mínima de 1 metro do arremessador. Se um gol for marcado em uma cobrança de 6 metros, o time é bonificado com um ponto extra.

Esclarecimentos:
- O lançamento de inicio de jogo é feito através do lance de um árbitro ("bola ao ar").
- Após um gol, o jogo recomeça com a reposição de bola feita pelo goleiro em sua área.
- Sempre que a bola sair pela linha de fundo, sem tocar na defesa, sua reposição é feita pelo goleiro.
- As linhas da quadra são marcadas com uma fita plástica, elástica e de 8 cm de largura.
- A linhas do gol deve ser desenhada no chão ou marcada também por uma fita elástica.

Punições:
    A violação de uma regra ou uma conduta antidesportiva resulta em uma suspensão, mas o jogador suspenso pode voltar ao jogo quando o time adversário perder a posse da bola. Uma segunda suspensão de um mesmo jogador resulta em uma desqualificação, o jogador deve ser substituído imediatamente.
Em uma desqualificação imediata, resultante de uma séria violação de regras ou uma grave conduta antidesportiva o jogador será excluído do jogo e o caso deverá ser julgado por uma comissão para determinar as consequências.
Nas exclusões, todo o jogador que for excluído deve ser substituído. Quando não houver reservas disponíveis, esse jogador irá ocupar o lugar de goleiro. Se durante estes 2 minutos de exclusão, ocorrer uma nova exclusão, esse jogador terá de cumprir o tempo de exclusão fora do campo.
Sempre que um jogador for excluído, será marcado um "Lance de 6 metros" contra a sua equipe. Se a falta de que deu origem a essa exclusão foi uma falta que já daria origem a um "Lance de 6 metros", então será marcado o lance e a posse de bola continuará com a equipe que estiver atacando.
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O Brasileiro voltou em Alagoas!


     Domingo, vinte de Julho de dois mil e quatorze, dezesseis horas, pelo horário de Brasília. Momento exato que os times de Alagoas entravam  em campo pós-Copa do Mundo e viviam situações bastantes distintas.  Começando pelo Coruripe, o atual campeão estadual e, consequentemente, herdeiro da vaga de Alagoas na série D do campeonato brasileiro.
   O adversário foi o Jacuipense-BA que não tomou conhecimento da equipe dona da
casa e aplicou-lhe um 3 x 1, em pleno Gerson Amaral. O Gol solitário do veterano atacante Denílson, não mudou a escrita que a partida tomava e o Hulk dos canaviais, tido como um dos favoritos à classificação em seu grupo, perdeu em sua estreia na competição nacional. A bola da vez agora é a Agremiação Sportiva Arapiraquense, que diante do seu torcedor não emplacou um bom futebol e cedeu  um empate de 1 x 1 com o Botafogo da Paraíba. Ele, hoje, poderia estar dentro do G4 de seu grupo, mas quis o destino que  não e continua à ocupar o sétimo lugar na tábua de classificação.
      Dos três times com calendário no segundo semestre em Alagoas, o CRB é o único que tem um destaque em sua campanha na série C. O clube praiano vive um excelente momento e a parada pro mundial, aparentemente, não interferiu no desempenho da equipe que, dentre as equipes citadas, foi a única que computou os três  pontos. A ascensão da equipe alvirrubra, teve seu início com a chegada do Técnico Ademir Fonseca, que continua invicto na atual passagem pelo Galo.
    Novos jogos estão por vir. O jeito é desejar sorte para os times de nosso estado e esperar que o futuro estejam repletas de glórias para eles. 
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E agora, meu Brasil?

       Doze de Julho de dois mil e quatorze, dia do fim da participação do selecionado brasileiro na Copa do Mundo de futebol. Terminou em quarto lugar entre trinta e duas seleções, mas mesmo assim ainda decepcionou muito sua torcida que mesmo vendo, de forma gritante, as deficiências técnicas de sua seleção não mediu forças para dar à ela, o gás extra que poderia leva-los ao Hexacampeonato.
       Para o Brasil, o mundial começou muito antes do previsto. Teve início ainda em dois mil e treze, na Copa das Confederações contra o Japão, em Brasília. Os espectadores viram uma boa partida de futebol e nossa seleção não teve tantas dificuldades para derrotar os japoneses e seguir na competição onde, na qual, sagraram-se campeões. E o engraçado é que para ela, seleção brasileira, a “Copa das Copas” também teve seu termino na Capital Federal, com a disputa de terceiro. Em hipótese alguma, estava nos planos do torcedor candango e brasileiro num modo geral. E nem lá que tudo começou bem, o final foi feliz.
      Entretanto, deve-se ressaltar que expectativa demais em cima de algo que não se tem plena convicção, em sua maioria de vezes, faz mal. Acostumado a erguer troféus, o torcedor canarinho não esperava que seus domínios, no país do futebol, a seleção que mais vezes foi campeã do mundo - cinco vezes - não obtivesse colocação diferente do que o primeiro lugar. Bem verdade que para muitas nações, nossa hospitalidade e capacidade de se reerguer das cinzas, já nos diferem de muitas outras e colocam-nos em destaque nesse cenário.
     A alma futebolística de nosso torcedor está dilacerada com tantos insucessos, porque, sem sombra de dúvida, qualquer sonho torna-se mais forte quando está próximo de nós. Mas infelizmente não foi dessa vez e muitos críticos afirmavam que, realmente, essa geração não iria ser campeão em dois mil e quatorze, mas sim em dois mil e dezoito, na Rússia. O jeito é aguardar o desfecho que irá tomar à história dessa geração.

     Conclui-se que, apesar de tudo que aconteceu nesta copa, o torcedor brasileiro fez bonito ao tatuar no peito e incorporar dentro de si, a alma dessa seleção que mesmo não sendo uma das melhores, teve o prazer e a honra de carregar às cinco estrelas e o manto amarelo mais importante do planeta bola. A final de amanhã no belíssimo estádio do Maracanã, aquele mesmo da fatídica final de cinquenta, não reeditará uma final sul-americana e talvez o sonho de ser campeão em casa possa não mais existir. Mas como consta na saudosa letra de nosso Hino Nacional, escrita por: Joaquim Osório Duque Estrada ‘Brasil, de um sonho eterno seja símbolo, o lábaro que ostentas estrelado, e diga o verde louro desta flâmula – Paz no futuro e glória no passado.” Que a glória do passado, nos acompanhe no presente e nos carregue para um futuro melhor.   
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Era uma vez uma estrela...

     Quando foi anunciado como sede da Copa do Mundo de 2014, o misto de sonhos, alegria e perspectivas ficou evidente no semblante de cada brasileiro. A princípio, as ideias de modernização e crescimento deixaram todos otimistas com a esperança de que, além do hexa campeonato mundial, o legado deixado pela Copa fosse muito depois das quatro linhas do gramado e dos entornos belíssimos das arenas multiuso edificadas nas 12 cidades-sede.
       Mesmo sem ela ter acabado, o que se pode ver é que nosso país pode, sem sombra de dúvida, sediar qualquer evento mundial. A medida os jogos foram acontecendo, o brasileiro, num modo geral, se viu dentro do mundial, envolvido pela mística, povos, classes, etnias e amor a suas seleções. O Hino Nacional, símbolo e tesouro maior de quaisquer nação, entoado a capela, deu vida aos gigantes de concreto e todos num só ritmo deram cor, forma e números ao que, por muitos, é denominada como: Copa das copas.
      Mas infelizmente nem tudo é esse mar de rosas que, aparentemente, demonstra a nação. Enquanto o país sucumbe em problemas sócias, essa edição da copa do Mundo foi a mais cara da história. Talvez esse contraste de situações, deve ser o que deixa tão chateado os habitantes/torcedores brasileiros. Entretanto, deixando de lado as questões políticas, voltemos a falar da Copa das copas.
     A seleção brasileira, detentora de cinco títulos mundiais, caiu hoje perante a fortíssima seleção alemã. O palco da partida foi o reformulado e lindo estádio do Mineirão em Belo Horizonte, capital mineira. Um humilhante e sonoro 7 x 1 para eles tirou do páreo nossa seleção que disputará o terceiro lugar em Brasília, no sábado. Até agora à ficha não caiu e nem a fatídica derrota no eterno “Maracanaço”, em 1950, deixou frustração maior que essa. Mais uma vez ficamos pelo caminho jogando em nosso território, mas a forma que aconteceu deixa dúvidas que nem futuros sessenta e quatro anos terão respostas.
      Por fim, constata-se que, a Copa do Mundo FIFA no Brasil em 2014, já está na história por vários motivos, como por exemplo: a surpreendente Costa Rica que, no fortíssimo grupo da morte, conseguiu passar em primeiro e deixando seleções como Inglaterra e Itália na primeira fase, por ser a edição com o maior número de gols marcados, etc, etc, etc. E deixa um dilema: será que somos tão atrasados assim em relação aos outros países? O que foi aquilo no Mineirão? Um único atleta, pode carregar outros vinte e dois? Perguntas que deixemos o tempo responder e se ele não se encarregar disso, paciência...